O goiano Thiago Vaz comprou recentemente sua primeira lancha, uma
Focker i9, da
Fibrafort, e, motonauta convicto (já teve quatro
motos aquáticas), não quis ficar sem um
jet ski para acompanhar os passeios pelo lagos de Goiás. Procurando um equipamento com um preço mais acessível, visitou a concessionária da
BRP em Goiânia, a
Villa Náutica, pensando em comprar um
jet ski Sea-Doo GTS 130. Mas, o vendedor, sabendo que a
Sea-Doo preparava o lançamento da sua linha 2014 no Brasil, aconselhou o cliente a esperar para conhecer o novo
jet ski da marca: o
Sea-Doo Spark.
Mais leve, econômico e barato
Apresentada em setembro, a linha
Sea-Doo 2014 tem como maior destaque, sem dúvida, o novo
jet ski Sea-Doo Spark, desenvolvido com uma tecnologia que o deixa mais leve e mais fácil de conduzir, além de mais barato – o modelo com dois lugares custa a partir de R$ 22.899,00. O novo motor criado especialmente para a
moto aquática, o
Rotax 900 ACE, também se destaca como potente e econômico – consome pouco mais de 7 litros por hora e impulsiona o
jet ski a velocidades de até 64,37 km/h
Impressionado com a apresentação do
Sea-Doo Spark, Thiago decidiu esperar e comprou o novo modelo quando ele chegou ao Brasil. Escolheu o
jet ski com dois lugares (uma modelos com três lugares também está disponível), já que pensava em navegar mais sozinho que acompanhado, e na cor Amarelo Pineapple. Entre os opcionais, escolheu o kit de compartimento dianteiro, uma espécie de bagageiro, ideal para guardar peças. Os grafismos só estarão disponíveis a partir de fevereiro, mas o motonauta está feliz com o visual clean do seu equipamento.
Com vinte horas já navegadas com o
Spark, Thiago garante: “Esse é o melhor que eu já tive sem sombra de dúvida”. “Ele é econômico, anda bem, é leve, de fácil transporte, muito fácil de guardar,” enumera o piloto, que tem uma casa na beira de um lago e guarda a moto aquática na garagem - a lancha
Focker i9 fica em uma marina próxima.
Thiago dá ainda mais destaque ao consumo econômico de combustível do
Sea-Doo Spark, pois consegue navegar e curtir o fim de semana todo abastecendo o tanque do
jet ski apenas na sexta-feira. Com um modelo anterior com tanque de 60 litros, não chegava ao final do dia sem precisar abastecer.
A única coisa que o motonauta destaca como ponto negativo no
jet ski é o desconforto que a pessoa que fica na garupa pode sentir por causa das marolas, já que o espaço no modelo de dois lugares é menor e o equipamento é muito leve. Mas, como Thiago navega principalmente sozinho, o detalhe acaba não incomodando.
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Foto: Divulgação/Sea-Doo